Resenha: Beijei Uma Garota (2015)

Sinopse: Homossexual convicto, Jérémie um dia acorda ao lado da bela e sedutora jovem sueca Adna, que conheceu em uma noite de bebedeira. A situação o coloca em pânico, já que está prestes a oficializar o casamento com Antoine, seu companheiro há 10 anos. Tentando entender a súbita atração que sente, Jérémie volta a procurá-la e vê a situação se complicar cada vez mais.

Mulheres, vocês dariam uma chance a um cara que se apaixonasse de verdade por vocês, mesmo sabendo que ele é gay ou bissexual? O filme francês “Beijei Uma Garota (Toute Première Fois)” gira em torno desse dilema. Lançado no começo de 2015, o filme conta a história de Jerémie, um publicitário de 34 anos, noivo de Antoine, mas que, em um belo dia, se vê apaixonado por uma mulher.

A comédia romântica mostra a aflição de Jéremie, que não consegue mais sentir atração sexual pelo seu noivo e vive arrumando pretextos para se encontrar com Adna, a garota por quem está apaixonado. Encontrei esse filme por acaso e acabei me interessando pelo fato de mostrar as coisas acontecendo de uma maneira invertida. É comum ouvir falar de caras que eram convictos da sua heterossexualidade, tinham relacionamentos com mulheres, mas em um belo dia se vêem apaixonado por homens. Aí o cara tem que lidar com várias conflitos internos, questões familiares, etc e tal. No filme, acontece justamente da forma contrária, inclusive em relação à família de Jéremie, cujos pais, irmã e cunhado sempre o conheceram como gay e sempre o admiraram pela coragem de ser quem realmente é. Ele nunca havia se envolvido com garotas, até então. Todos acharam super estranho quando ele os contou que havia terminado o noivado com o namorado de 10 anos, por quem a família tinha muito afeto e considerava como um segundo filho, para se envolver com uma garota que eles mal conheciam. Os pais ficaram putos com Jéremie!

Em alguns momentos, o filme trabalha a questão do Jéremie descobrindo a sua bissexualidade, abordando o sentimento que uma pessoa desperta em outra, independente de ela ser do sexo oposto ou não. O sentimento surgindo entre dois seres humanos e relacionado somente à maneira como um faz o outro se sentir, independente de gênero e/ou orientação sexual.

Confira o trailer abaixo:

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Encontros por acaso

Sou o tipo de pessoa que, antes de sair de casa, tem de fazer uma novena, pedir proteção aos santos, rezar um pai nosso, colocar um terço no pescoço e se benzer: tudo isso porque os piores encontros por acaso (ou melhores, vai!) sempre acontecem comigo. E não estou exagerando. 🙁

Já relatei várias vezes a história de um carinha que eu encontrei no supermercado e nem lembrava que tínhamos ficado, certo? Se você não sabia, agora está ciente do quão constrangedor foi a situação. Mas daí a gente só ergue a cabeça dando aquele sorriso amarelo, sem graça.

E quando topamos com uma pessoa que acabamos de falar mal na rodinha de fofoca entre os amigos? Eu sempre, eu toda hora, eu todo dia na faculdade. Juro que tento me precaver nesse tipo de situação, mas a vida de vez em quando gosta de aprontar com a minha cara…

Encontrar ex-namorado é horrível também. A gente nunca sabe como reagir, o que falar… daí acabamos fazendo merda. Eu sou aquele tipo de pessoa que não fala nada, pelo simples fato de que: não tenho o que falar e nem curiosidade sobre o que a pessoa anda fazendo. #rude&agressiva 🙄

Mas sabe o que é o pior de tudo? É uma pessoa fingir que não te conhece, mesmo depois de você ter dito o nome dela, CPF, RG, endereço completo e por aí vai.

Aliás, na minha época do colegial rolava uma disputa oculta entre os amigos: a gente adorava passar pelas pessoas e cumprimenta-las, mesmo só sabendo o primeiro nome. A sensação de “popularidade” era boa, sabe?! Foda era o povo virar a cara pro outro lado e nos ignorar. 😥

Enfim… encontros por acaso são bons, mas, no geral, são sempre bem constrangedores. Só não são ruins aqueles em que os migos topam com a gente pela rua e nos chamam pra beber mais tarde. #alcoólatra 

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Bate e volta à capital

Viajar sem ficar contando as moedinhas; se hospedar no melhor quarto de um hotel; fazer a festa no shopping com o cartão de crédito sem limites; não depender de transporte público e ter um carrão importado. Sem dúvida alguma, ser ryco é uma das melhores coisas da vida.

De vez em quando eu me pego tentando ser ryco, mas, já aviso que por aqui é só decepção: gasto horrores e depois fico chorando por ter gasto tanto dinheiro com coisas “desnecessárias”. Se arrepender não é comigo, porque uma vez feito, tá feito!

A última vez em que eu me aventurei no mundo das riquezas foi no fim do mês passado, durante um bate-e-volta à capital daqui do Tocantins, Palmas. Vou tentar resumir as minhas peripécias ao lado de uma amiga… 😉

Eis que eu e a minha amiga estávamos de recesso no trabalho e sem nada pra fazer aqui em Araguaína, num tédio horrível. A miga ligou me chamando pra ir à Palmas, no sábado pra voltar no domingo. Detalhe: tínhamos que voltar ao trabalho na segunda-feira.

Claro que aceitei.

Ao todo, foram mais de 1200 km percorridos e 12h de viagem no busão (isso ida e volta juntos). Chegamos em Palmas na madrugada de domingo, tendo tempo apenas pra deixar as coisas no hotel e dormir umas 2h. Depois disso, levantamos e fomos à procura de um banco. Acontece que não sabíamos onde ficava nada, e esquecemos que estávamos numa cidade grande. Tudo longe e tals.

Pagamos horrores em taxi e esquecemos também que lá não era como no interior, onde os taxistas estipulam o valor da corrida, sem deixar o valor rolar no taxímetro. 🙁 Nos lascamos? Sim!

Resumo: fomos parar na praia às 10h, aproveitamos um solzinho maravilhoso ao lado de gente linda e ryca. À tarde, fomos bater pernas no shopping e colocar milhares de dívidas-parceladas no cartão. (Só um adendo: Lojas Renner é ótima pra catar brusinhas baratas. #ficaadica 😉)

À noite chegou e só tivemos tempo de ir ao hotel arrumar as coisas, contar o que nos restou de dinheiro e chorar. (Só sobrou o dinheiro do busão e do lanche.)

Mas, quer saber de uma coisa? Valeu tudo à pena! Mal posso esperar pelo próximo bate e volta à alguma cidade brasileira! <3

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