Filmes de terror não são pra mim

O título do post é bem claro: não nasci pra assistir à filmes de terror ou que tenha muitos monstros, coisas diabólicas e por aí vai. Influência disso vem do meu signo (virgem = romances), logo, você já deve estar pensando que eu sou a louca do cinema que fica o filme inteiro tapando os olhos. E sim, você está certíssimo.

Ir ao cinema pra ver alguma produção envolvendo terror ou qualquer coisa misteriosa, que exija muito do meu cérebro (principalmente coragem), é uma tortura e algo raro. Praticamente nem saio de casa pra assistir à esses filmes.

Os meus amigos já não me chamam pra esse tipo de programa, porque sabem que eu furo na hora ou saio do cinema às pressas. Pra falar a verdade, já foram duas vezes em que eu saí do cinema às pressas, passando mal e com muito medo.

Só pra constar, não critico de forma alguma quem curte terror, pois sei que há gosto pra tudo. Da mesma forma que uma comédia romântica me faz bem, sei que os trocentos sustos que alguém leva, ao ver filmes com o capeta aparecendo, deve também fazer bem (não sei como e nem quero saber…).

O foda é que muita gente não me compreende e acaba achando que é frescura. Quem dera fosse. Eu sou medroso, sabe?! Andar de madrugada pela casa, no escuro, é uma tarefa um tanto quanto complicada. Abrir os olhos e ver a escuridão do quartão então…

Agora pensa comigo: como ficarei com a imagem de vários capetas na minha mente, sendo que tenho medo do escuro? Certeza de que passaria mal, além de dormir com um terço na mão, velas espalhadas pelo quarto e hinos gospeis tocando no celular. #exagerada

Então, não. Filmes de terror não foram feito pra mim, porque, por mais “simples” que possam parecer pra algumas pessoas, pra mim não é. Sou mais história real, com finalzinho fofos e casais sendo felizes. Claro que eu sou ciente da realidade da vida, mas… Enquanto puder ficar nos meus romances, assim será.

P.S.: a única produção com “monstros” que consigo ainda ver é “The Walking Dead”. Peguei um amor pela série, sabe?! 😉 

 

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Como eu seria no Big Brother Brasil

Tem quem ama, mas também há aqueles que odeiam o início do ano, pelo simples fato de que mais uma edição do Big Brother Brasil chega junto com novas subcelebridades, pra darmos likes e deslikes como se fosse no Tinder.

Não serei hipócrita em dizer que não assisto ao reality show, porque sou um daqueles telespectadores que, em dias de paredão, tomam calmantes e assistem ao programa com um terço na mão (não que eu tenha rezado um terço inteiro no paredão da Siri x Alemão).

Outro dia comentei lá no Twitter sobre a (im)possibilidade de eu participar do BBB. Pra minha surpresa, algumas miga-loucas responderam que assistiriam ao programa só por causa de mim. Sendo assim, passei uma madrugada inteira analisando o meu perfil, chegando a algumas conclusões sobre como euzinha seria na casa.

Provavelmente seria o primeiro eliminado, porque ficaria o dia inteiro na piscina, falando mal de todo mundo e curtindo preguiça… Ah, mas com certeza iria falar daquelas muié com fio dental enfiado na bunda e dos homens com volumes assustadores na cueca. Ou seja: barraco na certa.

Durante as festas iria aprontar muito, e nem precisaria beber cachaça, porque só o cheiro já me deixaria louca. Com certeza iria falar também sobre os meus crushes, a dificuldade de viver no interior e contar sobre a primeira vez em que andei de avião (Não andei ainda. A primeira seria indo para o BBB! #sonho)

Publicidade a todo instante

Vocês acham mesmo que eu iria pro BBB só pra rebolar minha bunda? Não mesmo!!! Quem tivesse assinatura do pay per view, certeza que me veria falando o tempo todo no link do meu blog, redes sociais e perfis das miga-blogueiras-desconhecidas. Mamãe me ensinou a ser esperta, então, melhor sair do reality com fama de Sônia Abrão (fofoqueira e marqueteira) do que pobre, desconhecida e lascada. #esperta

Youtuber imaginário

Se fora da casa tenho preguiça de Youtuber, lá dentro eu me tornaria um. O plano é o seguinte: toda semana iria parar na frente de alguma câmera da casa do BBB e gravaria meus próprios vídeos pra um canal. O povo da minha assessoria teria só o trabalho de editar tudo e disponibilizar na internet. Resumo: iria pro reality “descansar” e investir no meu futuro. 😉

Pra não me alongar ainda mais, se um dia o Boninho (diretor do BBB) me convidasse, com certeza toparia. É claro que as probabilidades não passam de 0,1%, mas, deixa eu ir lá no Twitter enviar o link deste post pra ele. Vai que rola. 😛

 

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Nostalgia: coisas que só os calouros fazem na faculdade

Mal acredito que no ano que vem estarei terminando a faculdade de Direito. A vontade que tenho é de fazer festa em alguma avenida-principal da minha cidade, só pra mostrar a todos que, mesmo com tantas quedas, consegui concluir algo na vida. Sério. Foram dias de glória, luta, choro, MUITA preguiça e determinação. #eufuieutava

Mas, vem cá! Você já percebeu que com o passar do tempo a gente vai perdendo alguns hábitos que tínhamos na época de ‘meros calouros’? Então… Segura agora na minha mão, remexe lentamente o popô e vamos lá recordar alguns fatos. 🙂

Xerox e mais xerox

Se você já fez/faz um curso superior, sabe muito bem o quanto as moedas são preciosas nos primeiros períodos. Menina, é uma enxurrada de xerox que tu vai se arrepender por ter deixado R$ 0,20 centavos de troco na cantina. #pobrezaextrema

Acontece que quando chega no fim do curso, você passa a tirar xerox apenas do urgente. Não é nem do essencial: somente da matéria que o professor deixará pesquisar durante a prova ou algum trabalho urgente. Só.

Horário de entrada? Que isso?

Calouros estão sempre antecipados, né? Seja com o material que o professor passou pra estudar ou até mesmo no horário de entrada. Na época em que entrei no curso de Direito, chegava na faculdade com (no mínimo) 20 minutos de antecedência. Claro que eu levava um chá de cadeira

Ainda bem que o ser humano muda. Com os milhares de minutos de espera, a gente aprende que melhor do que se antecipar, é atrasar. Só não vale chegar no horário em que o profs. está fazendo a chamada. Aí é azar.

Look do dia aqui não

Os homens nem tanto, já as mulheres… Tenho certeza de que as calouras passam um bom tempo se arrumando antes de irem à aula. É como se estivessem participando de um desfile, sabe?! Chapinha, vestido novo, unhas feitas… Todas dyvas!

Já no fim do curso, é olheira pra cá, estresse pra lá… Botinhas no estilo RBD? Nopes, rasteirinhas são as escolhas preferidas!

No fim, estudar em uma das melhores coisas da vida, seja no primário, ensino médio ou na faculdade. O importante mesmo é sempre estarmos aprendendo algo: nova língua, novos conhecimentos, entendo a dimensão do mundo e, principalmente, como cada ser humano funciona. 🙂

 

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Resenha: “Animais fantásticos e onde habitam” (Sem spoilers)

O primeiro sentimento que surge no coração dos fãs de qualquer saga, ao saber que a franquia se estenderá em novos filmes, é: medo. Quando anunciaram o novo “Star Wars’” ou “O Hobbit”, o que muitos sentiram, além da euforia com a notícia, era o medo do fracasso e que os novos filmes pudessem “estragar” as boas memórias vividas no passado.

Com “Animais Fantásticos e Onde Habitam” não foi diferente. A geração de adultos de hoje cresceu lendo, vendo ou ouvindo referências ao mundo mágico de J.K. Rowling, através do bruxinho mais amado do planeta: Harry Potter (atrás de Merlin – e das barbas dele, é claro). A franquia Harry Potter, durante seus dez anos de duração nos cinemas, trouxe recordes absurdos como quando alcançou a maior bilheteria de todos os tempos em 2011 e também quando tornou a sua autora, J.K. Rowling, a primeira pessoa bilionária escrevendo livros. Toda essa pressão transformou as expectativas de sucesso para os novos filmes da franquia monstruosos pois, muita coisa poderia dar errado e nem mesmo os fãs mais ferrenhos poderiam salvar.

Ainda não sabemos se “Animais Fantásticos” será um sucesso de bilheteria, pois é muito cedo para nos impressionarmos com números ou para termos medo deles. Mas, uma coisa podemos afirmar: a magia está de volta!

O filme traz todos os pequenos detalhes que faziam falta na vida dos fãs da saga: o relógio, que ao invés de marcar as horas nos diz se há perigo próximo ou não (#saudadesToca), os elfos domésticos, os duendes, os movimentos e as batalhas com varinhas e, claro, referências à Hogwarts e Albus Dumbledore.

A trama de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” acontece setenta anos antes do filme e livro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Newt Scamander, o nosso protagonista, está visitando Nova York pela primeira vez afim de buscar e catalogar animais mágicos para compor o seu livro, que no futuro tornaria-se livro didático em Hogwarts. A atuação de Eddie Redmayne é impecável, você realmente acredita na timidez e pureza que ele emana, e a relação dele com Tina, Queenie e Jacob é muito bem construída ao longo da trama.

Estávamos acostumados com crianças, magias e enredos limitados pelo o que a idade deles permitia, porém, em “Animais Fantásticos e onde habitam” vemos uma relação mais difícil de moldar, a amizade entre adultos… Até mesmo os feitiços são diferentes e mais complexos, alguns a gente nem sequer ouviu falar, o que dá para a roteirista (amém, J.K.) vários ganchos para criar e moldar os novos filmes.

Não vamos nos ater às polêmicas envolvendo a escalação de Johnny Depp para os próximos filmes (aliás, ele faz uma pequena aparição neste), todas as controvérsias e ameaças de boicote ao filme não estragam o enredo. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” cumpre bem o papel a que veio e saímos da sala do cinema com um gosto de quero mais.

Você nunca assistiu a Harry Potter e acha que este filme não é para você? Está errado! “Animais Fantásticos” não deixa pontos cegos e nem te enche de informações que você não consegue entender, tudo o que novos e antigos fãs precisam saber está presente.

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