Que tal trocar seus livros pela internet? Conheça o LivraLivro.

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A experiência de trocar um livro com alguém não precisa ficar restrita ao seu grupo de amigos ou ao clubinho de leitura. Hoje em dia existem sites especializados na troca de livros, que proporcionam às pessoas que se encontram em cantos diferentes do país trocarem aquele livro que, apesar de ter sido uma boa leitura, talvez esteja ocupando muito espaço na sua prateleira. Quem é leitor assíduo sempre precisa liberar espaço na estante para poder caber os novos livros que a gente sempre acaba encontrando em promoções por aí, não é mesmo? Esse livro que está ocupando espaço não precisa mais ficar aí empoeirando na sua estante, você pode cadastrá-lo em uma estante virtual, que funciona como uma vitrine para a troca de livros.
Um dos sites mais legais que conheço para fazer isso é o LivraLivra. Nele você cria uma conta, cadastra os seus livros pelo ISBN [se o ISBN do seu livro não for encontrado, o site também tem uma opção de cadastrar novo livro] e assim você vai criando uma estante virtual para troca. Sua estante fica visível para outros usuários, que, quando desejam obter um dos seus livro, solicitam a troca clicando em um botão e o site pede que você envie o livro para o endereço do usuário que o solicitou. Após postar o livro nos correios, você informa o código de rastreamento e, quando o livro chegar na residência de quem o solicitou, o site lhe dá 1 ponto, que você poderá usar para solicitar livros de outos usuários. É muito prático e simples de usar!
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Se interessou em conhecer o site? Visite o endereço www.livralivro.com.br e cadatre-se gratuitamente, ganhando 1 mês de plano premium grátis [presentinho meu para vocês, queridíssimos leitores]. E se quiser trocar livros comigo, visite a minha estante lá no site: http://www.livralivro.com.br/user/profile/5022
Todos os livros que coloquei na imagem que ilustra este post estão disponíveis para troca lá no meu perfil.
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Listografia: um remédio para a autoestima e uma lição sobre autoconhecimento

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Livros interativos nunca estiveram tão em alta. Para quem não sabe do que se trata, são aqueles livros com propostas de atividades (preencher formulários, desenhar, fazer colagens e por aí vai). Entre os exemplares mais populares, estão Destrua Este Diário, Isto Não é Um Livro, Termine Este Livro, Uma Página de Cada Vez, entre outros.

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Não sei se é uma onda passageira ou se veio para ficar, mas livros interativos são bem legais. Me tornei consumidor deste segmento literário este ano e já estou no meu quinto livro interativo. Comprei no último final de semana o “Listografia”, que eu já vinha arrastando um desejo de comprar desde o começo do ano e não resisti ao encontrá-lo por apenas R$ 9,90 em uma livraria da minha cidade.

A proposta do “Listografia”, lançado no Brasil pela editora Intrínseca, é que se escreva uma autobiografia baseada em listas de tudo o que você puder imaginar. A publicação propõe que você liste desde coisas simples, como filmes, bandas e restaurantes, até coisas mais pretensiosas, como os lugares mais estranhos onde você já fez sexo, coisas sobre você que a maioria das pessoas não sabe, seus amantes do passado e até os seus machucados e doenças inesquecíveis.

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O que mais estou gostando em preencher este livro é que ele nos dá uma lição sobre autoconhecimento e ajuda a resgatar autoestima. Enquanto escrevemos, nos lembramos de coisas que nunca deveríamos ter nos esquecido sobre nós mesmos, como quando o livro pede para listarmos nossas maiores realizações. Engraçado que nessa parte eu pedi ajuda para a minha mãe, a fim de lembrar realizações da minha infância e adolescência, e ela me fez lembrar de coisas que eu nem fazia mais ideia e de que haviam sido importantes para mim e para ela, enquanto mãe.

“Acredito que todos deveriam ter sua autobiografia, mesmo que seja para ser lida só pelos entes queridos e em sua forma mais simples: em listas”, revela Lisa Nola, a criadora do livro.

Super recomendo o “Listografia”, viu? Algumas lojas virtuais o descrevem como, “acima de tudo, uma reflexão leve e sensível sobre os nossos interesses, nossa memória e nossos sonhos, e as páginas preenchidas podem servir de lembrança para os momentos de nostalgia ou revelar características intrigantes e inusitadas do seu dono.” E eu concordo.

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5 coisas que não te contaram sobre a vida adulta

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A vida de adulto é linda, maravilhosa, badalada e chic – isso na visão de uma criança, porque quando crescemos, passar a ser: sofrimento, correria, falta de dinheiro e todo dia é uma luta diferente contra o mundo. Tô certo? Claro que sim!

Não sei com você, mas por aqui tudo sempre foi difícil. Transporte, boa alimentação, saúde, educação escolar de qualidade… ter tudo isso foi bem complicado, porque meus pais nunca foram cheios de grana.  Na verdade, até hoje a luta por uma boa vida continua. #VemMegaSena

Pensando nisso, elaborei rapidamente um “manual” com alguns fatos que ninguém nos contou sobre como é a vida de adulto.

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1 – Nada é de graça: Na infância a gente ganha roupa, calçado, brinquedos e até mesmo os materiais escolares, mas já na fase adulta o lema passa a ser: só terá se trabalhar. Geralmente entendemos esse fato na adolescência, lá pelos 16 anos, quando vemos que nem sempre teremos tudo o que tanto almejamos.

2 – Papai e mamãe nem sempre estão disponíveis: Tão bom quando ganhávamos carona pra irmos à escola, né? Acontece que quando chega a fase do ensino médio/faculdade, isso acaba e você tem de passar a usar ônibus ou penar no sol quente, à pé. E sabe o porquê disso? Quando a gente fica adulto (ou mais grandinhos), o pai e mãe acabam nos deixando andar com as próprias pernas (literalmente!), e isso pode ser beeeem sofrido.

3 – Livros são caros: Pra quem gosta de ler, a fase adulta é pior ainda, porque é justamente aí que começamos a nos assustar com os valores dos livros. Você lembra quando fazia a festa nas livrarias? Coisa boa, né?! Uma pena que quando alcançamos a maioridade isso muda, já que temos de juntar moedinhas pra sair pelo menos com uns dois exemplares.

4 – Ver um carteiro na porta de casa nem sempre é bom: É fato que a vida adulta também nos traz responsabilidades, certo?! Junto com todo esse aglomerado de coisas, vem também as dívidas, boletos bancários, bem como a conta do cartão de crédito. Sendo assim, a caixa de correio não é bom local pra andarmos fuçando quando não estamos esperando encomenda.

5 – Ser um adulto é uma droga: Calma lá! Sim, realmente ser adulto é uma droga, mas… QUEM DISSE QUE TODAS AS DROGAS SÃO RUINS? Cachaça tá aí pra provar que é uma das melhores coisas da vida, e sim: quando você é adulto isso é liberado.

No fim, ser adulto ou criança tem os seus pró e contras. O certo é focar nos prós e ir tentando se adaptar aos contras, porque, infelizmente, não temos como voltar no passado e vivermos tudo novamente.

Minha dica? Viva cada momento, fase ou segundo da sua vida intensamente, sem medo das consequências. Vai por mim, vale à pena! 😉

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Dica de Livro: Não Quero Um Amor Meia-Boca (2016)

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Se você é uma mulher romântica, certamente irá gostar deste, que é o segundo livro do jornalista, escritor e blogueiro Ricardo Coiro. Ele é conhecido por suas colunas em sites como Casal Sem Vergonha [foi aqui que o conheci], Superela, Entenda Os Homens, entre outros. “Não Quero Um Amor Meia-Boca” reune crônicas sobre relacionamentos amorosos, inspirados na longa relação do escritor com sua atual namorada. A obra, que saiu este ano pela editora Schoba, reune publicações das colunas dos sites onde o Ricardo escreve e também textos inéditos.

Muito bem escrito, o livro é um prato cheio para as românticas, mas pode ser perigoso para aquelas que costumam idealizar demais, por ser de conteúdo romântico ao extremo. Nesse caso, acredito que pode acabar deprimindo um pouco quem está na bad. É que as crônicas ilustram como deveriam ser os relacionamentos amorosos na prática para dar certo, e o autor, em suas declarações para a namorada, se revela um verdadeiro príncipe encantado, desses que todos nós sonhamos em nossas vidas. Não há como não sentir uma pontinha de inveja da namorada dele.

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Confira abaixo um trechinho extraído de uma crônica:

Hoje, por experiência própria, afirmo: quase nunca acontece como nos filmes! Percebi que para deixarmos o amor surgir, em muitos casos, precisamos dar tempo e chances para que o outro nos mostre o quanto está disposto a se adaptar e a revelar as nossas imperfeições. Saca? E não existe coisa mais bonita do que perceber que, para ficar perto de nós, o outro aprendeu a aceitar e, até, a admirar as nossas imperfeições e tortuosidades.

O livro não fala de relacionamentos perfeitos. Fala sobre relacionamentos que dão certo porque o casal se empenha junto em encontrar a dinâmica perfeita para os dois. Não existe uma fórmula que se aplique aos relacionamentos perfeitos e sabemos disso, porque cada pessoa é diferente. Portanto, cada casal será diferente e precisa se empenhar junto para fazer as coisas darem certo.

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O livro é dividido em blocos de crônicas agrupadas por tema. Ao início de cada bloco, há uma página com um pensamento extraído da conta @TiposDeNatty no Instagram. Outro fato interessante é que o título da crônica que abre o livro é o mesma da que o encerra. São escritas sob olhares diferentes: a primeira relata o início de um relacionamento, com todas as expectativas e idealizações; a segunda relata o término de um relacionamento, com todas as frustrações e uma dura despedida. É como se as crônicas que estão entre estas duas, a do início e a do fim, relatassem tudo sobre o que acontece em um relacionamento, em todos os aspectos.

Vale a pena ler “Não Quero Um Amor Meia-Boca”. Apesar de ser um livro claramente direcionado ao público feminino e heterossexual, acredito que possa ser apreciado e entendido de maneira universal, por pessoas de todos os sexos e orientações sexuais.

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